EXPECTATIVAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA 2018

Certamente quem acompanha o mercado, os processos e os avanços da Engenharia Civil ano após ano, deve estar se perguntando quais são as expectativas ou tendências do setor para 2018.

A economia do Brasil esteve passando por um momento complicado. Em tempos de crise financeira é natural que todo cidadão pense duas vezes antes de fazer compras. E, é claro, isso influenciou todos os aspectos do país, inclusive, o mercado imobiliário.

Diante das crises nos anos anteriores, o segmento da construção civil encontrou um campo enorme de desafios. Passou então a focar na redução de custos,  na maior eficiência dos processos e na melhoria da rentabilidade. Com perspectivas positivas para 2018, a tendência é de que o mercado invista ainda mais em soluções tecnológicas, criatividade, construções inovadoras e com maior valor agregado.

Hoje vamos apresentar um panorama geral do desempenho do mercado e as principais previsões para 2018 para que você possa se antenar nos rumos e tendências que esse setor vem tomando. Acompanhe!

Perspectiva para 2018

O ano de 2018 será um período de recuperação para o setor da construção civil no Brasil. De acordo com a reportagem do G1, o SINDUSCON-SP projeta um crescimento de 2% desse setor para este ano.

Como a construção civil depende diretamente de financiamentos, seja para as construtoras, seja para o cliente final que busca adquirir sua casa ou apartamento, a diminuição da taxa de juros e da inflação trouxe um estímulo aos captadores desses recursos. Assim estima-se que os bancos tenham um volume maior de empréstimos e financiamentos inclusive para melhorarem seus resultados internos com um produto de grande interesse em suas carteiras.

Neste novo cenário do setor são as empresas que têm a capacidade de se adaptar e antecipar tendências que serão altamente competitivas no mercado. De início, podemos dizer que são positivas e que a área tem tudo para crescer neste ano pois os indicadores confirmam que a confiança tem crescido no setor, o que aumenta a esperança para o ano de 2018.

Retomada de crescimento

A saúde do mercado imobiliário brasileiro foi afetada pela crise financeira dos últimos anos impactando negativamente a confiança do comprador, que esteve mais cauteloso na hora de investir ou assumir dívidas de longo prazo.

Com o recuo da crise que ronda o país desde 2014, um dos setores que vem ganhando novo fôlego é a construção civil. Assim, se o ano passado teve um ritmo mais lento de trabalho, você já pode se preparar para lucrar mais em 2018. Com impacto direto no mercado da construção civil, a instabilidade da política e da economia brasileira foram os principais motivos para os resultados negativos que ocorreram nos últimos anos.

Em contrapartida, todo esse cenário, que agora está se invertendo, acabou por gerar um ciclo de oportunidades no segmento para aqueles que buscavam investir em imóveis, sobretudo na reta final desse ciclo de baixa, tornando o final de 2017 e o início de 2018 o melhor momento dos últimos tempos para comprar imóveis em condições ainda mais atraentes e vantajosas.

Os cenários são otimistas para o ano de 2018, apesar de um crescimento mais lento que a economia normal do país, espera-se que a retomada venha pela queda das taxas de juros, melhora no crédito, recuperação da economia e do mercado de trabalho. Esses fatores irão estimular mais investimentos, retomando assim a confiança dos investidores no mercado imobiliário e na construção civil.

No entanto, ainda são grandes as incertezas quanto aos investimentos públicos. Os otimistas acreditam que o governo voltará a investir nas privatizações e continuará com as concessões de crédito.

As expectativas são otimistas e o mercado deve avançar mesmo com as incertezas associadas às eleições presidenciais – que geralmente costumam trazer certa volatilidade à economia.

Crescimento no crédito do mercado imobiliário

Uma das maiores notícias do setor de imóveis é a previsão de que a taxa Selic baixe até 8% esse ano. Isso quer dizer que o crédito fique mais acessível, facilitando o financiamento imobiliário. Para os que investem na caderneta de poupança, esse dado também representa números mais atrativos.

Afinal, como vimos, se a taxa Selic cair para um patamar mais baixo, a poupança tende a ficar bem mais atrativa com a queda dos juros e produzir recursos para o setor imobiliário. No entanto, o setor imobiliário não deve depender apenas desse fator. É preciso endereçar outras fontes de captação, como, por exemplo, a letra imobiliária garantida (LIG).

Além disso, essa outra emissão de títulos ligados ao mercado imobiliário LIG (Letra Imobiliária Garantida) promete ser vantajosa para os investidores. Mais barata que a LCI (Letra de Crédito Imobiliária), a LIG foi autorizada em agosto de 2017 e conta com expectativas de triplicar os 10% do PIB que representa o crédito imobiliário no Brasil.

Em nota, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) divulgou que está otimista com o crescimento do mercado imobiliário em 2018. Para o presidente do órgão, José Romeu Ferraz, a redução da taxa anual de juros básicos indica um aumento na atratividade das aplicações na caderneta de poupança, o que, por sua vez, amplia o acesso aos recursos de crédito imobiliário.

Na segunda alternativa, no pior dos cenários, pode haver uma recessão econômica em meio à instabilidade política. Segundo informações extraídas do estudo do Sebrae, o PIB da Construção em um cenário realista deve crescer 2,6%; em um cenário otimista, deve ter aumento de 3,3%; e já em um cenário pessimista, deve ter queda de 0,5%.

Resumindo, 2018 parece ser um ótimo ano para se investir em imóveis.

Materiais de construção

O mercado da construção civil é sem dúvida um setor muito importante para o crescimento do país. Além da sua importância para a economia ele possui responsabilidade social por gerar empregos à uma boa parcela da população.

A indústria de materiais de construção foi duramente penalizada registrando em 2017 queda de cerca de 15% nas vendas para as construtoras. “O setor fabricante de materiais fechou o ano com uma queda de faturamento real (descontando a inflação) de 5%”, informa Walter Cover, presidente Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Esse índice, somado aos de 2015 e de 2016, retraiu a produção de materiais e as vendas para o mesmo nível de 2007.

As vendas nas lojas e home centers cresceram 6% em 2017 no comparativo com o ano anterior. A estimativa oficial é que o PIB brasileiro cresceu 1%, puxado pelo consumo das famílias por conta de algumas medidas como a liberação do FGTS das contas inativas. E, também pela queda da inflação, principalmente no preço dos alimentos, aliviando a renda das famílias para outras despesas. Dados do IBGE confirmam o forte crescimento nas vendas do mercado da construção civil em 2017.

Diferenciais para 2018

Com uma demanda mais rigorosa, os projetos em 2018 precisam ser mais assertivos e é imprescindível que as empresas demonstrem aos seus clientes o valor de seus produtos atrelados em normatizações e sustentabilidade.

Algumas das tendências levantadas pelo estudo do Sebrae e que devem se propagar pelos próximos anos envolvem o aumento no número de mulheres como profissionais do mercado da construção civil; a concepção de construções sustentáveis; a utilização de construção enxuta; o desenvolvimento de e-learning na cadeia de construção para suprir a necessidade de qualificação de mão de obra; a criação de smart cities; e também a realização de serviços agregados.

Os últimos anos foram bastante duros para a construção civil. As boas tendências do setor vêm em boa hora e vão motivar os empresários a investir ainda mais. Entretanto é preciso cautela e planejamento para aproveitar a perspectiva de melhora que permeia o setor.

Com a perspectiva de que a queda da Selic influencie também em melhores taxas para o financiamento imobiliário e juros mais baixos, o mercado ficará mais estável e o consumidor poderá, enfim, se sentir mais confiante para a compra.

Portanto, construtoras e clientes se preparem: este é o momento ideal para novas aquisições com um melhor custo x benefício. Seja para moradia ou investimento, o mercado imobiliário é uma ótima aposta para o ano de 2018.

A Borgesi Engenharia acredita na recuperação da economia em geral, na estabilidade política econômica e na capacidade do Brasil em superar seus desafios com criatividade, ética, responsabilidade e vontade de crescer. Estamos preparados para fomentar essa recuperação e prontos para atender nossos clientes no sonho de moradia com um novo empreendimento. Venham conhecer o Ed. Albert Einstein e todas as vantagens de se comprar no lançamento. Aguardamos vocês…