Mercado imobiliário: boas perspectivas e melhor momento para negociar

Mercado imobiliário 2017

Mercado está confiante na retomada do setor, principalmente pela queda nos juros, liberação de recursos do FGTS inativo capitalizando clientes, e inflação em desaceleração. Esses fatores devem impactar positivamente o setor imobiliário.

Mercado imobiliário 2017

A perspectiva de crescimento do PIB, após dois anos seguidos de resultados negativos, e a retomada, desde o início do ano da queda na taxa de juros pelo Banco Central, foram o bastante para que o mercado imobiliário elevasse sua confiança. Para 2017, o setor prevê um crescimento no número de lançamentos, em relação ao ano passado e a tendência é que este ano o setor retome seu equilíbrio.

De acordo com especialistas, o segmento apresentará recuperação lenta e gradual, mas será bem diferente do que foram os últimos dois anos, podendo atingir um crescimento de até 10% nas unidades comercializadas em comparação a 2016, ano em foram financiados 199,7 mil imóveis, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Alguns fatores que podem favorecer a recuperação do setor imobiliário em 2017 são:

  • Inflação em desaceleração;
  • Redução da taxa de juros;
  • A queda na taxa de financiamento interbancário;
  • Liberação dos saques do FGTS inativo
  • Expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)
  • Recuperação do emprego e da renda das famílias
  • Novos investimentos no Brasil.

Contas inativas FGTS

E para ajudar a impactar positivamente a economia do país o governo federal trabalha com a projeção de injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano com a liberação dos saques do FGTS inativo. A medida deve movimentar 0,5 % do Produto Interno Bruno (PIB). Para o governo, a iniciativa pode levar de forma rápida à redução do endividamento das famílias, contribuindo para a volta do crescimento econômico.

O mercado imobiliário aposta que uma fatia desse capital que chega ao bolso dos brasileiros possa ser investida na compra de imóveis, e vê com otimismo a medida, que somada a outros fatores, pode indicar uma caminho para a saída da crise que ainda afeta o setor.

Por outro lado, a recuperação do emprego e da renda das famílias, que também são componentes fundamentais para a reação do mercado, deverá demorar um pouco mais para ocorrer, pois dependerá do reaquecimento da economia com um todo. Ao mesmo tempo, o governo tem sinalizado firmemente que pretende obter um reequilíbrio fiscal, mediante a reforma da Previdência, do limite de gastos públicos e outras medidas. Isso é muito relevante para que investidores e famílias voltem a ter confiança e invistam em projetos de empreendimentos de longo prazo, como são os do mercado imobiliário”, explica Odair Senra, vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Construção (SindusCon-SP).

A mais recente pesquisa sobre o segmento imobiliário do país, realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e publicada com exclusividade pela Revista EXAME em maio, traz dados que indicam que esse é o melhor momento da última década para quem esta capitalizado e quer negociar a compra de um imóvel.

Diante do cenário avaliado pela pesquisa, os analistas e representantes do setor imobiliário afirmam que agora é a hora certa para negociar. Para muitos, a crise já chegou ao fundo do poço. O próximo passo é a recuperação, o que elevaria progressivamente os preços dos imóveis.

Mercado imobiliário perspectivas

Financiamento imobiliário

O importante agora é o consumidor ficar atento à retomada da economia. Portanto, agora é a hora de investir!

E pra você que quer aproveitar essa oportunidade do mercado aquecendo e investir na compra de um imóvel novo, fale conosco! Temos unidades de apartamentos alto luxo disponíveis no Ed. Pitágoras.

Nova regra de altimetria aplicada pela Aeronáutica impacta construções em BH

Aeroporto nova regra altimetria

Comando da Aeronáutica definiu nova regra para edificações próximas de terminais aéreos em todo o país

Para aumentar a segurança dos vôos, uma portaria da Aeronáutica reduz em até 100 metros a altura de novas edificações na capital e vai exigir adequações na Lei de Zoneamento. A norma, que busca padronizar limites de altura, foi implementada em todos os aeródromos do País.

Aeroporto nova regra altimetria

No dia 15/10/2015, passou a vigorar a disposição do Comando da Aeronáutica que alterou por meio de portaria (957/GC3) as normas que regulam os aeródromos no Brasil. Impactando quase 200 municípios, o documento dispõe sobre as restrições aos obstáculos no entorno de aeródromos, sobretudo prédios que possam afetar a segurança da operação aérea. A decisão revoga a antiga Portaria no 236/2011 e visa a enquadrar as normas do País à legislação da Organização da Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla inglês). Os processos de empreendimentos protocolados após a validade da portaria serão submetidos às novas regras.

Com a mudança, em um raio de até 4 quilômetros no entorno dos aeroportos brasileiros (região conhecida como Área Horizontal Interna), o limite de altura para construção de obstáculos (prédios, antenas e torres) será de 45 metros a partir do nível da pista – o equivalente a um edifício de 15 andares.

Segundo o arquiteto da Secretaria de Planejamento Urbano, a altura máxima dos prédios de cada região será definida pela topografia do terreno. “A altura máxima dos prédios levará em conta a altitude do terreno e a zona de proteção do aeródromo incidente sobre o terreno”, disse.

A mudança atinge, em especial, o entorno de 32 aeroportos brasileiros, entre eles os de 14 capitais e alguns dos mais importantes do País, como Cumbica, Congonhas, Galeão e o Aeroporto da Pampulha. Até então, esses locais seguiam planos específicos de proteção, e muitos tinham limites acima dos 45 metros em suas proximidades.

Aqui em BH a situação não é diferente. A portaria do Comando da Aeronáutica limita a altura das novas edificações na capital em um raio de até 15 km do Aeroporto da Pampulha. De acordo com o Sinduscon-MG (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais), a nova legislação afeta cerca de 70% da área construtiva de Belo Horizonte, engenheiros e arquitetos da construção civil temem que a região perca investimentos.

“A região do Aeroporto da Pampulha já está numa cota muito baixa. Quando vai se afastando do aeroporto, não se pode construir nada, pois a altitude é maior”, explica Athos Martins Bernardes, diretor de Legislação Urbana do SindusCon-MG. Segundo um estudo preliminar feito pela prefeitura, em cerca de 47% da área da cidade, só se pode construir até 30 m. “O impacto é enorme”, diz.

Mudança nas regras da construção civil

Com a nova regra, à partir de agora edifícios que ultrapassarem a altimetria máxima estabelecida pela nova determinação devem ser analisados pelo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) que fica em Brasília. Órgão responsável por aprovar a altura dos prédios e torres das regiões próximas aos aeroportos. Até o ano passado a aprovação era feita pelas prefeituras. Recomendamos  consultar o site do órgão para se informar sobre a documentação e procedimentos necessários.

Aparentemente, a burocracia é imensa e não estão preparados para a demanda criada pela nova portaria. São poucos examinadores para todo o Brasil (em torno de três).

Aeroporto da Pampulha (MG)

Localização: Bairro São Luiz – Belo Horizonte
Cidades atingidas: Belo Horizonte, Betim, Confins, Contagem, Esmeraldas, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia, São José da Lapa, Vespasiano
O que mudou: O aeroporto tinha diversas áreas com alturas-limite calculadas de acordo com a topografia do terreno, que varia bastante. Com a nova regra, ficou estabelecido que, dentro da AHI, só se pode construir até o limite de 834 m de altitude. Porém, há bairros populosos no entorno, como, por exemplo, Santa Mônica, Santa Cruz e Ouro Preto, que possuem altitude acima do permitido, onde não haverá mais potencial para construção de prédios
Impacto para o mercado: “Está calamitosa a situação. A restrição que está sendo gerada não acompanha o benefício da cidade. O nosso aeroporto no meio da cidade, que é o Pampulha, já está numa cota muito baixa. Quando vai se afastando do aeroporto, não se pode construir nada, pois a altitude é maior. Se você for seguir à risca a portaria, em 47% da área da cidade só se pode construir no máximo até 30 m de altura. Desse jeito que ficou, nós temos lotes que estão a 10 km do aeroporto, e você não pode construir”. (Athos Martins Bernardes, diretor de Legislação Urbana do Sinduscon-MG)

Aeroporto Internacional de Confins (MG)

Localização: Rodovia LMG 800, km 7,9, s/nº – Confins-MG
O que mudou: Como o aeroporto não estava abrangido por plano específico, o Decea não confeccionou o PBZPA. Até o fechamento desta edição, em meados de dezembro, a administração aeroportuária responsável por Confins não apresentou o plano básico. Dessa forma, o Cindacta protege as superfícies do aeródromo, analisando caso a caso com base nos mapas cartográficos.
Impacto para o mercado: “Como Confins está longe de qualquer grande aglomeração urbana, ninguém está preocupado com o impacto dessas regras lá. Não há um interesse muito grande por parte do mercado imobiliário” (Athos Martins Bernardes, Diretor de Legislação Urbana do Sinduscon-MG)

O Sinduscon-MG teme pelo aumento da burocracia na aprovação dos empreendimentos. Antes de passar pela prefeitura, os novos projetos devem ser encaminhados para análise do Cindacta I (Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), que também é responsável pelos Estados de Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. “Antes, eram em torno de 100 projetos por mês analisados pela Aeronáutica, que levava, em média, 120 dias para dar resposta Com a mudança,só BH deve enviar 200 a 250 projetos por mês, fora os demais Estados. E isso com a mesma estrutura organizacional. A aprovação ou não dos edifícios pode levar até dois anos”, reclama o diretor do Sinduscon-MG.

Além disso, uma das brechas para escapar dos novos limites impostos, é utilizar o chamado efeito-sombra. “Onde já existem edificações construídas de forma regular, com alturas superiores às permitidas pela nova portaria, poderá ser criado uma espécie de guarda-chuvas, que possibilitará a construção de empreendimentos com alturas próximas”, detalhou Bernardes.

Desta maneira, nós da Borgesi Engenharia acreditamos que o mercado futuro da Construção Civil em Belo Horizonte ficará afetado com essas novas limitações construtivas e o excesso de burocracia para se aprovar um projeto. O empreendedor terá uma incerteza enorme quanto à confirmação ou não da altura que poderá construir em determinado local e o prazo que a Aeronáutica retornará com essa informação fundamental à viabilidade técnica do empreendimento. Com isso, se não houver uma mudança na estrutura de avaliação dos novos projetos e/ou uma flexibilização na lei,  poderemos ter num futuro próximo empreendimentos menores, piores e mais caros como consequência desta nova regra.

Enfatizamos então aos interessados por imóveis novos e futuros clientes que estamos numa fase de transição e divisor de águas. Os empreendimentos aprovados antes de Out/2015, como o Edifício Pitágoras que estamos na reta final, tem um custo x benefício melhor já que nasceram sem essas restrições construtivas. As plantas são melhores trabalhadas com uma liberdade maior de criatividade, concepção arquitetônica e valor agregado.

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Bairro Liberdade (Jaraguá): 7 motivos para morar na região da Pampulha

A região da Pampulha em Belo Horizonte foi uma das primeiras a serem habitadas na cidade. A cada dia, a região atrai os olhares de visitantes, investidores e futuros moradores que estão à procura de imóveis com elevado padrão e com ótima valorização, talvez numa das regiões com a melhor relação custo x benefício de Belo Horizonte. Nela está localizado o bairro Liberdade (Jaraguá) como o principal bairro para prédios de alto luxo no entorno da Pampulha.

Separamos algumas razões para morar nessa região tão valorizada da capital mineira. Confira!

1 – Principal Ponto Turístico de Belo Horizonte

 

Uma referência da Arquitetura Moderna Brasileira, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha foi projetado por Oscar Niemeyer e idealizado pelo prefeito de Belo Horizonte na década de 40, Juscelino Kubitschek.

Viver na Pampulha é estar integrado ao verde, ao charme da lagoa e suas atrações, É morar com qualidade e bem estar numa região agora reconhecida mundialmente, pois em 2016 foi declarada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO se tornando o principal ponto turístico da cidade para uma apreciação imperdível para quem visita BH.

Sendo a maior área de lazer dos moradores de Belo Horizonte, as principais atrações turísticas da Lagoa da Pampulha são: o Museu de Arte Moderna (originalmente um cassino); a Igreja de São Francisco de Assis; a Casa Kubitscheck e a Casa do Baile. Nos arredores da Pampulha estão também o Ginásio Mineirinho e o Estádio Mineirão, o Zoológico, o Parque Ecológico da Pampulha, o Parque Guanabara e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

2 – Vizinhança Selecionada

A região da Pampulha conta com bairros como Bandeirantes, Ouro Preto, São Luiz, São José, Liberdade (Jaraguá), Dona Clara, Santa Rosa e vários outros que, dentre algumas semelhanças, são conhecidos por compartilharem um padrão social homogêneo com pequenas variações.

Nesses bairros não existem comunidades ou favelas expressivas dentro e ao redor deles, facilitando assim o surgimento de serviços e comércios com o foco específico no padrão do morador do bairro. Além disso melhora a questão da segurança pois diminui a criminalidade local oriunda dessas comunidades.

3 – Facilidade de acesso

As principais vias de acesso da região são: Linha Verde (Avenidas Antônio Carlos e Cristiano Machado com diversas estações do MOVE), Av. Carlos Luz (Catalão), Av. Portugal e principalmente o Anel Rodoviário que liga a maioria das principais vias da região da Pampulha e de toda a capital. Conta também com estações de Metrô como a Primeiro de Maio e a do São Gabriel que faz a interligação com várias linhas de ônibus do Move. A Estação Pampulha distribui os usuários de ônibus à diversas rotas ao longo da Linha Verde.

Por esses e por vários outros motivos, essa região de BH atrai os olhos não somente dos moradores mas também de futuros residentes e visitantes, além de ser um espaço muito estratégico em termos de acessibilidade.

4 – Proximidade de Aeroportos

Além das facilidades de acesso ao bairro Liberdade (Jaraguá), a região da Pampulha ainda conta com uma grande vantagem que é a de estar próxima aos principais Aeroportos de Belo Horizonte.

A região possui dois aeroportos estratégicos. Um deles inclusive, o aeroporto de Belo Horizonte / Pampulha – Carlos Drummond de Andrade, está dentro dos limites da região e apesar de não ser o maior é bastante conhecido e útil para vôos locais.

O outro é o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte/Confins – Tancredo Neves, está localizado entre os municípios de Confins e Lagoa Santa, na região metropolitana de BH, que atende a grande maioria dos vôos nacionais e todos os destinos internacionais. Já a distância entre o bairro Liberdade (Jaraguá) e o aeroporto de Confins é de aproximadamente 32 km pela rodovia MG-010 (também chamada de Linha Verde) com um tempo médio de apenas 25 minutos. Por estar próximo facilita a locomoção de turistas e pessoas de negócios que necessitam constantemente desse tipo de transporte.

Veja aqui um mapa com a localização dos aeroportos de Belo Horizonte.

5 –Atrativos para o Bem Estar e Qualidade de Vida

Outro aspecto positivo do Bairro Liberdade (Jaraguá) é a qualidade de vida, ponto que favorece ainda mais a região. Lugar tranqüilo e agradável beneficiado por estar situado dentro da região da Pampulha que engloba vários locais visitados pelos mineiros e turistas. Naturalmente já desperta o interesse dos usuários pela proximidade e diversidade de opções de lazer, entretenimento e serviços.

São inúmeros os atrativos para o bem estar e lazer, alguns pontos principais da região são: a Lagoa da Pampulha, a Igreja de São Francisco de Assis,  Estádio Mineirão,  Estádio Mineirinho, Museu de Arte, Clubes Recreativos (tais como o PIC – Pampulha Iate Clube, AABB, Clube Belo Horizonte, Clube Libanês, Clube Sírio, Clube do Ipê, Iate Tênis Clube e Jaraguá Country Club), parques (Guanabara e o Ecológico), Shoppings, bares, restaurantes, e muitos outros lugares para a sua comodidade. Todos ao redor da Orla da Lagoa da Pampulha que é o destino favorito de quem valoriza a prática de atividades físicas ao ar livre como corridas, caminhadas e andar de bike, além de conter lazer para toda a família, transformando-a em um local que mistura e integra as áreas residenciais com os espaços públicos de lazer e cultura.

Como você pode perceber, inúmeros detalhes garantem ao local o título de uma das regiões com melhor qualidade de vida da capital mineira. Isso porque ela tem localização privilegiada e oferece aos moradores conforto, bem estar, comodidade, luxo e segurança. Assim se torna uma ótima opção para a aquisição de imóveis, seja para moradia ou para investimentos.

 

6 –Trabalho, Serviços e Estudos na mesma região 

Falando em qualidade de vida, é essencial para evitar o stress do dia-a-dia estar perto do que a gente gosta e do que a gente precisa.

A região é predominantemente residencial por natureza com muitas casas e apartamentos de alto luxo. Mas, em razão da proximidade com os aeroportos e do acesso fácil às vias principais e ao anel rodoviário, várias grandes empresas também se fixaram na região abrindo oportunidades de trabalho. A região é auto suficiente por possuir ótimo comércio local e uma série de estabelecimentos que são essenciais de se ter por perto no seu dia-a-dia, como padarias, restaurantes, drogarias, supermercados, agências bancárias, academias, shoppings, bares, salões de beleza, etc.

Hoje abriga ótimas Escolas Infantis e de Ensino Médio, Centros Universitários como a Universidade de Alfenas (Unifenas) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Centros de Saúde próximo às suas imediações e também o Centro Administrativo de Minas Gerais. Tudo isso faze parte de toda essa infra estrutura pertinente ao bairro Liberdade (Jaraguá) e região da Pampulha.

O padrão desses bairros é bastante semelhante ao da região Sul, o que torna uma excelente opção para quem gosta da região da Pampulha.

 

7 – Melhor relação Custo x Benefício

Morar bem hoje em dia é um privilégio. Imagine morar pertinho de lugares tão agradáveis para um fim de semana, ter acesso à um número considerável de bons estabelecimentos comerciais, às principais vias da cidade e poder desfrutar de uma região agradável e acolhedora. Assim é o Liberdade, bairro nobre da região da Pampulha em  Belo Horizonte, com uma população estimada de 4 mil habitantes e uma das melhores localizações de toda a capital.

Imóveis de alto luxo são, invariavelmente, construídos nessa região. Sejam eles casas luxuosas nos bairros Bandeirantes e São Luiz, sejam aptos de alto luxo no bairro Liberdade (Jaraguá), Ouro Preto e proximidades. Além de tudo, esse tipo de empreendimento atrai mais investimentos ao seu redor, o que agrega ainda mais valor ao bairro.

A região da Pampulha tem um custo x benefício especial por conter muitos atrativos como os citados acima, mas principalmente por possuir excelentes imóveis com muito valor agregado com valores por m² mais em conta do que a região central e zona sul de BH. Assim os clientes interessados na Pampulha poderão comprar imóveis maiores ou melhores com o mesmo valor que pagariam nas outras regiões já supervalorizadas da capital.

Caso você esteja procurando um ótimo lugar para viver, com excelentes imóveis, próximo de tudo que precisa e ao mesmo tempo onde você possa se divertir, a região da Pampulha é uma ótima opção. Não deixe de visitar o Ed. Pitágoras pois a Borgesi Engenharia oferece o que tem de melhor na região.
Sua família merece morar bem!

 

Mercado imobiliário 2017, confira as perspectivas

Trazemos para você uma ótima matéria sobre o mercado imobiliário 2017, confira:

O mercado imobiliário brasileiro tende a se elevar neste ano, diz pesquisa.

Por meio de uma economia fortalecida e consistente, é possível alcançar inúmeros benefícios, como melhora na confiança e renda do consumidor, baixa inadimplência e aumento da empregabilidade. Todos esses fatores asseguram, de certa forma, requisitos propícios para a aquisição de um imóvel, seja ele comercial ou residencial.

A seguir, vamos trazer quais são as perspectivas para o mercado imobiliário 2017 e os fatores-chave que vão influenciar o setor no próximo ano.

Desaceleração da Inflação Anima o mercado Imobiliário
Inflação no Brasil

Inflação em desaceleração

A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia. No entanto, Ilan Goldfajn, presidente do BC, comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros

A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de
capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia. Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Juros no Brasil

Produto Interno Bruto (PIB)

Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro. Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo. O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Benefícios provenientes de uma economia fortalecida

Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios. Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos. No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher os seguintes  benefícios:

Inflação Controlada

Melhora na confiança e renda do consumidor: Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar. Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, conseqüentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica. Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência: A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência. Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia. Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa for ma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego. A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade: O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia. Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Aumento dos Empregados

Crédito imobiliário mais barato: Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível. Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta. Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário 2017: os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor. O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano. Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário em 2017 apresente boa melhora.

Mercado Imobiliário 2017

Todos esses fatores contribuirão para uma melhora na economia e para o mercado imobiliário 2017.

Caso você precise de mais informações criamos uma matéria que fala sobre o consumo em 2017 que poderá  complementar a sua sua pesquisa.

O consumo em 2017 tem grande chance de aumentar, diz pesquisa!

O consumo em 2017 deve aumentar

estatisticas_vendasUma pesquisa realizada na terça-feira (27/09/2016) pelo Valor Econômico apresenta dados do Banco Central que indicam que o consumo em 2017 poderá aumentar, contudo o comprometimento mensal dos salários com dívidas ainda é alto e, mais recentemente, mostrou leve expansão e que deve impactar também na reativação do setor imobiliário. O endividamento em relação à renda acumulada nos 12 meses até junho (último dado divulgado pelo Banco Central) caiu 2,2 pontos na comparação com mesmo período em 2015 e ficou em 43,7%, o menor índice da série desde dezembro de 2012. Esse percentual ficou acima de 46% durante boa parte do ano passado, de janeiro até setembro.

Excluindo o financiamento imobiliário, a redução do endividamento é mais expressiva. Nessa métrica, o indicador – que chegou a superar 31% entre o fim de 2011 e o começo de 2012 – caiu de 27,2%, em junho de 2015, para 24,9% no mesmo mês deste ano. De acordo com pesquisa da Fecomercio-RJ feita em parceria com a Ipsos em todo o país, 68% dos consumidores afirmaram não estar pagando nenhum tipo de parcelamento em julho deste ano, maior número para o mês desde o início do levantamento, em 2010.

Confiança

Em setembro, o Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 2,1 pontos em setembro, atingindo 74,6 pontos, o maior nível desde junho de 2015 (75,9). Após a terceira alta consecutiva, torna-se mais evidente a gradual melhora das perspectivas de curto prazo para os empresários do setor, ressalvando-se que o nível do indicador continua muito baixo em termos históricos.

A alta do ICST em setembro deveu-se, majoritariamente, à melhora das perspectivas no curto prazo: o Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 3,4 pontos, atingindo 84,8 pontos – maior nível desde dezembro de 2014. Dentre os quesitos integrantes do índice-síntese, a situação dos negócios para os próximos seis meses foi o que mais contribuiu para a alta do índice, com uma variação de 5,1 pontos em relação ao mês anterior.

Assim como ocorre nas demais sondagens empresariais, são as expectativas que mais têm impulsionado a confiança do setor da Construção. O Índice de Expectativas evoluiu entre setembro de 2015 e o mesmo período de 2016.

“Definitivamente, o cenário começa a se mostrar mais favorável para a construção civil. O anúncio do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) e a sinalização de retomada de obras paradas do MCMV impulsionaram ainda mais as expectativas empresariais em setembro. Vale destacar também que a percepção em relação à situação corrente dos negócios vem melhorando continuamente, sugerindo uma lenta retomada, que precisará ganhar mais fôlego para se consolidar”, observa a coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo.

Mercado imobiliário pode retornar com força total

Mercado Imobiliário Consumo 2016
Mercado Imobiliário Consumo 2016

Esses sinais indicam que o consumo em 2017 no setor imobiliário pode reagir? Para o vice-presidente de Imobiliário do SindusCon-SP, Odair Senra, o mercado imobiliário de unidades residenciais vai depender da oferta de unidades, crédito imobiliário e confiança na perenidade da renda para os clientes terem coragem de assumir compromissos de longo prazo (financiamento imobiliário).

Odair comenta:

“Não sentimos que exista falta de crédito imobiliário, mas a crise deixou mais seletivas as concessões de financiamento por conta do risco de inadimplência/desemprego. Com a retomada da confiança, acreditamos que os juros voltem a patamares normais, reativando o mercado imobiliário.”

Para a Ana Maria, a melhora da confiança é uma condição necessária, mas não suficiente para a retomada do consumo. “Atualmente todos apontam crescimento do consumo no ano que vem, mas deverá ser tímido ainda, pois o mercado de trabalho será o último a melhorar.”

Em julho a construção civil brasileira registrou queda de -1,13% no nível de emprego na comparação com junho – a 22ª queda consecutiva (desde outubro de 2014). Com o fechamento de 31,1 mil postos de trabalho, o saldo de trabalhadores ficou em 2,73 milhões. Nos primeiros sete meses do ano houve corte de 170,3 mil vagas. Em 12 meses o saldo negativo chega a 468,8 mil empregos a menos.

Apesar do cenário de incertezas, o consumo em 2017 pode significar um sopro de mudança para todo o setor.

Fonte: Sinduscon/SP

Consultoria Imobiliária Imóveis de luxo

O resultado, de acordo com o SindusCon-SP , sinaliza uma “melhora da percepção dos empresários do setor de construção, pois estão mais confiantes quanto ao futuro”..

Nós também estamos otimistas quanto a melhora e dispostos a ajudar você que está a procura de um apartamento de luxo em belo horizonte.

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